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Sábado, 19 de Janeiro de 2019





Exame descarta mata-leão como causa de morte de rapaz, diz delegado



12 de Janeiro de 2019 - 13:41           principal  |  imprimir - Enviar Materia

 

 
 

Um exame necroscópico realizado pelo IML (Instituto Médico Legal) de Ponta Porã, a 323 km de Campo Grande, na manhã deste sábado (12), descartou o estrangulamento como causa da morte de Cristian Matias da Rosa, de 37 anos, informou o delegado regional adjunto Mikail Alessandro Gouveia. Para a família, a intensidade de um golpe “mata-leão´ aplicado por um policial militar matou a vítima.

Nesta manhã, a mãe da vítima, Tereza da Rosa, admitiu que o filho tinha bebido e que ele havia saído para buscar um lanche. “Ele passou na rua de baixo da minha casa para comprar um lanche. Eu vi quando a polícia passou. Depois vi meu filho seguindo para frente da minha casa e a polícia chegando atrás. Os policiais desceram armados apontando a arma para ele e mandaram ele descer. Eles pediam para eu me afastar e tudo aconteceu na frente da filha dele de 14 anos´, disse.

Ainda segundo Tereza, Cristian não quis ser algemado e, então, começou a ser enforcado por um dos militares, com um golpe conhecido por mata-leão. “Eu pediu aos policiais para deixarem ele entrar para dormir, mas mesmo assim eles continuaram enforcando até ele ficar roxo e morder a língua. Ele mordeu a língua até sangrar. Aí levaram ele para o camburão e ele chegou no hospital morto´, contou a mãe.

Para o delegado, provavelmente, trata-se de um infarto, e não de um enforcamento. Segundo ele, o exame desta manhã mostrou que o pulmão que está em ordem, a traqueia não foi quebrada e todo o aparelho respiratório do jovem está completo. “O rapaz tinha consumido muito álcool. Ele já estava passando mal e pode ter tido um coma alcoólico, mas não tem nada a ver com a abordagem´, disse.

A Polícia Civil pontua que não há como esconder uma causa por enforcamento. “Foi uma fatalidade. Poderia não ter ocorrido no momento da abordagem, poderia ter sido em casa, no trânsito´, disse.

Cristian deixou três filhos. A Polícia Civil investiga o caso.











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